Convite à festa dos mortos
A Camarilla luxa com pompa e estabilidade nunca vista antes no território de Natal. A vitória? Conseguida com a intervenção inusitada e tendenciosa dos independentes Seguidores de Set e Giovanni, de poder inegável, e com os aliados Lasombra que determinaram que o seus parentes no Sabá devem ser eliminados de uma vez por todas.
O Clã Toreador segue guiando a seita dicotomicamente, hora parecendo distraídos em seus eventos, hora com punho de ferro. O Clã Tremere já foram quase completamente dizimados por uma ameaça misteriosa.
Por outro lado o Sabá anda preocupado em consolidar-se e sobreviver a sí mesmo. Os membros do Sabá suspeitam que existe um veneno em seu próprio terreno e precisam arrancar as ervas daninhas.
Eles também reinam, mas a guerra está parada. A posição dos independentes foi vital para pará-los uma vez, a guerra simplesmente não pode continuar enquanto eles penderem para o lado errado. A guerra aberta está adormecida mas a Jyhad está ativa.
Membros fazem vista grossa para quase tudo, mas a opressão social está de todos os lados, enquanto uns desfrutam de sociedades elitistas outros rastejam na marginalidade e no esquecimento...
Uma voz silenciosa sussurra das sombras. “Não mexa no que não deve. Pra que ir a monte Alegre de encontro com o Sabá? Para que ir a João Câmara, estudar eventos que a história poderia muito bem apagar? Todos estarão mais confortáveis se simplesmente pararem de ficar imaginando o que pode ter embaixo dos nossos pés. Então aproveite a festa.“